O mercado da tecnologia aplicada à saúde e bem-estar dos idosos vale mais de 100 mil milhões de euros, segundo uma estimativa do governo britânico, onde doenças como o cancro, demência ou artrite mobilizam milhões em fundos de investigação.

Indiretamente, como permitem uma vida ativa até mais tarde, contribuem para gerar lucros em setores como o turismo sénior, em que, anualmente, turistas com mais de 50 anos gastam mais de 100 mil milhões de libras.

Os défices cognitivos das demências, a necessidade de manter a atividade física e as ligações sociais são os principais problemas que se propõem resolver com projetos como uma pequena aldeia em Dover (sul), em que 12 casas serão convertidas para permitir a 30 pessoas que sofrem de demências viverem com cuidados assegurados.

Projetos portugueses como a Hope Care são exemplo de tecnologia que pode responder às necessidades de uma população com cada vez mais idosos, que permite aos profissionais de saúde acompanharem à distância os doentes. Um dos fundadores da empresa, José Paulo Carvalho, afirmou que o projeto já funciona com doentes de Coimbra com doença pulmonar obstrutiva crónica que usam em casa monitores que permitem aos médicos avaliar o seu estado à distância, o que significou já uma redução de 30% nas idas às urgências.

Fonte: Sapo Lifestyle

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